Lê Parolelis

Feixes Refratários

Viver em multidimensões requer uma capacidade artística. A mesma que todo astro possui. Estar em uma personagem ao mesmo tempo que se reflete. Ficar sobre si e desenrolar o papel.

Aos iniciados isso vai se tornando esssencial e factível mas aos iniciantes, onde estamos em maioria, insanos momentos são cindidos vivamente.

As possibilidades de ir e vir nos ícones-cientes coletivos são imensas como nos icebergs são enormes suas bases. Os treinamentos que a humanidade realiza nesses tempos são preparatórios para a lida com crescentes e profundas rupturas no sistema ora vigente.

Em um mundo onde se busca a imobilidade, as garantias, as prestações e a segurança de uma cova bem feita, desoculta-se algo.

Encarar as falências não como vingança e sim necessárias para as recolocações dos posicionamentos globais. Reavaliar os alvos distantes e a prazo. Segurar seu bem mais valioso, a alma.

A esperança não será a última a morrer mas a primeira a socorrer. Afinal, o que é o caos senão o sinal de que a ordem já cumpriu seu máximo papel ? Todos estamos presenciando a possibilidade da convivência caótica e ordenada e isso nos assusta ao mesmo tempo que nos libera para a conivência para com a nova desordem mundial. E, só assim poderemos olhar um pouco mais acima no horizonte e sair das pirâmides que nos estontearam em seus labirintos. Perceberemos que mais além das auroras boreais estão brilhando, pontuando outras falanges e hierarquias dimensionadas em planos onde a linearidade é secundária.

A difícil arte de humilhar-se ainda é um caminho para passar pelo vão estreito do topo da pedra que nos toca.


Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

20/Jul/2011

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Aperto de Mãos


Viajando pelo hiperespaço, nossa obra se despe e a consciência terráquea se presentifica para o além.
O século passado foi o das descobertas invisíveis e microscópicas mas agora nos adentramos na centúria das visões macroespetaculares.
Para olhar o grande é preciso lançar o bodoque, a pedra de topo a derrubar Golias. As megafusões ampliam os esquemas mas também fecundam um campo ainda não tabulado. Como gametas, cometas penetram coroas solares e arrastam peças chaves do tabuleiro estelar.
Com tantas turbulências atuais, a Via Láctea está se tornando um Milk-Shake, mas nada melhor que usar o canudo e sorver direto até a glote.
Nos inclinamos à frente e reverenciamos o ajuntar de mãos plácidas e o ruir de palácios vazios de pés.
O esperado encontro ainda é míster e misterioso permanecerá. Talvez já tenha ocorrido e nós, no corre-corre, deixamos a ocasião para o crepúsculo.
E agora, como viajantes solitários, em aposentos já não úteis, deslizamos no espaço oferecendo adeus à velha Terra e estendendo as mãos ao novo Sol.

Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

10/Jul/2011

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Tronos

Outra luz agora refratada nos horizontes. Cintilam versáteis caminhos, ora claros ora granulosos.
A capacidade de ver requer a perda do foco nas cataratas da íris sem véu.Desliza a noiva pupila. Nova mácula a descortinar-se. Reta sem tina.
Grandes tempos estes onde tudo que se desmancha no mar torna-se sólido no amar. Onde cada passo já dado não aponta para a frente, nem para o lado. Deixar as marcas sem marketing faz-se onipresente. Persistindo e pressentindo marcamos os mais leigos pesos.
Essa tal comunicação sem trololó é agora a estampa, aberta a todos que diretamente querem beber na fonte. E defronte a bebida está o cálice. Mudo, mudando tudo, como muda crescente em tons de clorofila, sem pressa, mas acesa e acessando a luz.
A via estelar convulsiona, venta, jacta. Amparados nos cones e tetraedros nos reviramos e sem demora corpo novo em espírito velho se acomodam. Moldam-nos e a Vesta, não menos corada, encontra prócion, agora em palidez diante das luzentes e entes que descem de outras sinas, tocando e pairando sobre o que não se troca. O insubstituível Senhor de si.

Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

17/Jun/2011

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Eclipsando


Na era da aposentadoria dos ônibus espaciais começamos a vivenciar um novo período. Este que nos levará aos túneis do tempo em estações sem paradas. Os robôs e híbridos estão quase todos prontos e mapeados para se posicionarem nos locais estratégicos. A via expressa não mais impressiona, somente direciona. O eixo gravitacional de nossas bacias já está ondulando em outra configuração morfogenética.

Assim como a contagem regressiva para a última entrada da nave na atmosfera terrestre transcorre, outra numeração se dá para os portais ativados lá na frente em 11:11 .

A sensação de pessoas-hipnotizadas, congeladas no tempo, de espetáculos cada vez mais anestesiantes e a insuficiente busca por adequações entre custos e benefícios são marcas sintomáticas de que os controles remotos agem de longas distâncias, moldando pensamentos e atos conduitizados. O circuito está em curto e todos estão com receio de baixar a chave-geral.

Tangencialmente a essa moldura, há um esquadro que aponta para o ralo, o reles bueiro. Buraco de fuga, que suga e escorre todos os restos de tsuros e tsunamis que ainda habitam nossos interiores.

Entremos pois nos piscinões de nossas almas. Lavando-nos e levando a lama morro abaixo. Levemente, sentimos que pisamos em pontes movediças, sem areia e, nos ares, explodimos aos amigos, que agora conduzem, confiam, tecem e teimam.


Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

02/Jun/2011

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Repercutindo

O mesmo som sem batidas. A pressão nas têmporas e a sensação de vertigem. Quem já sentiu isso mais de cem vezes sabe que não é stress nem alucinação. São sinais comunicantes tentando chegar ao corpo físico.

Uma das habilidades a se desenvolver nessa nova era é a da telepatia. Para que efetivamente nos apropriemos desse meio, precisamos antes aprimorar os canais receptivos.

A apatia da visão antecede a abertura dos canais internos. Nesse mundo cada vez mais visual e sensorial muitos se deixam sugar para os telecentros e minimizam o valor da expansão espiritual.

A busca de sucessões de sucessos, de metas e metodologias, nem sempre favorece o crescimento do poder transmissor da fonte. Cada vez que o silêncio for comunicante, que preencher os vazios de palavras metralhadas, de imagens explodidas, de sons invasores, saberemos que esse inaudível nos tocará de tal forma que harmônicas rearranjarão nossas hélices para que os voos futuros sejam altos e em bons tons.

O desdobramento da memória coletiva e as pontes intercomunicantes só podem ocorrer com um coração tranquilo, sem grandes identificações com emoções de sobe e desce. Todas as frustrações e bloqueios consomem nosso sentir até que aprendamos a exercitar esse grande batalhão de forças autênticas, hologramadas em campos sem trincheiras nem pastos.

O som supera o avistamento. Silencioso, pressente-se e nos envolve com tanto amor e foco que nos deixamos levar para onde nunca pensamos estar antes. No vértice de nós mesmos, prontos para lançamentos e captações. Como parabólicas, contornamos os horizontes e recebemos os códigos de nossos entes, não mais distantes.

Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

13/Mai/2011

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O Anel Real

A aliança resplandece e dedos não anulam os indicadores .

São tantas as informações e tantos os modelos que estamos nos tornando referências para nós mesmos. Não há mais um padrão correto; somente uma forma conecta. Uma multidão de pessoas anseia em ensinar e outra multidão não quer aprender. A sensação de pequenez se espraia e a colaboraçào torna-se inevitável. Os Reinos se unificam, separatistas conchavam e a moeda perde valor. Cartões se transformam em bens múltiplos e papéis se reciclam nas interpretações do drama diário. Todos os emissários e diplomatas já se autoconvocaram e aguradam o quinto trompete. Dois cavaleiros já subiram; outros dois em preparação. Logo, os quatro aptos a descer iniciarão seu trote. Estamos todos aprendendo a ver importantes pessoas a partir, lugares a pulverizar-se. Os mais ativos ficam sem dormir, trabalhando sete por sete na frequência treze vinte. Os dramas se acentuam e muitos que estão centrados são tratados como apáticos e sociopatas. Há que continuar a ascenção, sem ouvir gritos despreparados durante o montar escaldante.
O poder de síntese passa a ser a principal arma doçura do momento.

Amigos estelares, resignemo-nos. A espera é o fazer mais ativo de que dispomos. Esperança mexida com bastão cristálico, em sentido anti-horário no grande calderoscópio crostal.

Mechas roxas assobiam e alumiam o estreito do altar. Ouçamos a ode a alegria, senhoras e senhores ! Ouçamos às margens plácidas.

Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

29/Abr/2011

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Tecendo Bases

morada em mundos errantes.Começando em filetes e escoando… filtros de luz impactam os campos.

Ecoam Om  Om  Om

A cada pulsar cordas se desmancham. Nós somos entrelaçados em redes

supraneurais que vivificam o grande ser que nos contém. A união

laçadora de mundos está agora naquele momento em que despertamos e

ainda não sabemos que horas são. A claridade incomoda os olhares e

ainda nem começamos a nos espreguiçar. Estamos achatados no colchão

terrestre que a cada dia fica mais duro e nossa coluna se espreme em

vértebras e discos gastos.

Ao desenvolver o alargamento dos canais as curvas se lavam e nos levam

a um aclive.

Jatos nos empurram, despem e magnetizam. Os ventos solares pedem

index.php?lh=7b60b4c188af7787030e1849d3762baa&eu=bZI2nUqnHMn92QD_rT_VDQmorada em mundos errantes.

Quantos de nós já estão prontos para a aventura de botes astrais,

rapel estelar, trilhas galácticas, saltos em asas delta e gama ? Todo

treinamento virtual e telepático que a internet tem proporcionado é

condição desejável mas não básica para essa jornada sideral.

O necessário é a abertura de um grande vazio, um limiar de não

compreensão tão evidente que a razão dará lugar à intuição plena e não

cognitiva. A plasticidade das formas pensamento sugerem que a matéria

essencial da consciência não é a cognição e sim a intenção.

Toda intencionalidade é pré e pós cognoscível ao mesmo tempo.

Logo, muitos logos estarão aptos a se descolar da razão e alçar voos

supernaturais.

O 13 é o número sagrado que está sendo preparado pelo código 11:11. Os

portais sincronizados nos levarão ao novo centro pulsante. As

inclinações e polos invertidos em breve apontarão para um caminho sem

fim, nem volta.

Vibremos então pelo descolamento das cascas, pela troca de pele e pela

libertação das moscas volantes. A supervisão coordenada nos abarcará.

E nada, nada…acabará sem antes ter se transformado.

Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

21/Abr/2011

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Caminho Para Novas Condutas


Estamos presenciando um colapso de algumas estruturas e reflexos nos circuitos mentais apáticos.
implosões de agressividades e compensações irônicas. Elevação das coberturas sádicas.
Uma tentativa de retomar a moralidade e saudades do passado, da proteção dos amigos da adolescência.

Concomitantemente, estamos cansados de tentar o prazer sozinhos. Mas o outro quer fazer à maneira dele, no espaço dele
e nós, queremos no nosso espaço. Essa busca de territorialidade e de núcleos para que elementos girem em torno tem desgastado o quantum para o projetar-se para o vértex e assim, não consideramos que girar sem espiralar só demarca.

Ter adeptos e elogios nos fortalece horizontalmente. A crítica e separações nos empurram na verticalidade.

Quando os plugins não se instalam, se desencaixam.
Indícios de curto-circuitos e faíscas ocorrem.

A explosão de insensibilidades nos circunda.

Forças da terceira dimensão perdem contato com as amarras do poder e a partir de agora a nave está em tal velocidade que o bico começa a se elevar do chão.

As rodas estão mais leves e os atritos passam do solo para as asas.

O ar está irresponsável, a água irradiando.
O fogo borbulha e a terra desfalece.

Época de escolhermos perseverar. Ativando a frequência 12.12 e acercando-nos dos losangos dimensionais.

O esforço de conexão grupal é válido e vale muito mas o foco na conexão vertical, no levantar-se de si como unidade é prioritário. As monadas só podem se reconhecer como parte do UM quando há a ligação cima-baixo. Os laços lado-a-lado são fortalecedores e trazem a base para os impulsos para além horizonte.

Em poucos meses um protocolo de conduta será apresentado. As regras a que nos submeteremos podem ser muito chocantes inicialmente mas cada vez mais perceberemos que somos minoria no universo. A humanidade é composta de sistemas e grupamentos bem mais complexos que os atuais grupos terrícolas.

Repensar o convívio com outras éticas e réplicas torna-se mister.

Sigam seus sonhos, projetos e afetos mas incluam um espaço para novas condutas, sopros e criaturas.


Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

09/Abr/2011

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Deslogística

Os raios projetados focam pontos geometricamente articulados e as mandalas humanas espiralizam a vida.
Estamos construindo as escadas helicoidais dos novos acessos dimensionais.
Existe um poder represado, uma rede inexplorada sedenta por nossa consciência.
Esse poderio adormecido começa a despertar, com nossas orações, vigílias e principalmente, nossa união como grande alma humana.
A divisão atual que estabelecemos, em compartimentos,listas, sequências, departamentos, setores, clusters é uma das formas de otimizar funcionalidades mas também entorpecer a autonomia. O automatizado só se torna autônomo quando usa a lógica caracterizada por saltos, irracionalidades e desconstruções. Todos os sistemas inteligentes e retroalimentáveis só podem ser diferenciados como sendo humanos quando a presença do elemento irracional o transpassa.
A constante mudança vetorial e angular exige que a curvatura da ordem temporal nos incline a fazer spins top-down.
Para que a escuta supere a visão é preciso fazer uma leitura desatenta, deixando que as palavras pareçam estrangeiras, sem nada a dizer e tudo a nos tocar.
Nas lacunas e espaços entre letras e números estão os impressionáveis conhecimentos ativos e irracionais, ilogicamente.

É desconcertante percebermos que uma estrutura altamente arquitetada terá sempre um vazio, uma falha. Essa falha se chama sopro de vida. As estruturas ou códigos sem o sopro da vida são como substantivos aguardando o verbo ligante. Um mundo de substantivos e significados tem sua autonomia limitada a imagens. Cabe a nós, fazermos as soldas conectantes através do labor do verbo. A ação é ortogenética e transcende as imagens. Viver em ação é verbalizar. E ao fazer isso… a irracionalidade aparece.

Estamos em um momento de abrir espaço para as irracionalidades, sair do custo-benefício, arriscar saltos e contornar quadrados, até que as quinas se arredondem, alongando-nos no novo espaço hexadimensional.

Nesse espaço radial os projetos são desconstruídos e não são concretos mas certa e permanentemente recicláveis.

As entidades e grupamentos que estiverem mais adaptadas a essas mudanças da região orbital serão as marcadas como perpetuadoras do emblema humano.

Vibremos então por esse transcódigo. Evitemos a compreensão sistemática.


Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

03/Abr/2011

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Descendência Refletida

Será tudo uma proto-agonia,um ponto na alegoria ou uma pronta alegria ?

A manhã renasce e nós acordamos para as atividades da agenda. Levantar-se da posição horizontal requer aquele inicial esforço, impulso espreguiçante que nem todos executamos. Pular na verticalidade sem antes ter se aquecido no planejamento e flexões pode ser um péssimo hábito em tempos de amadurecimento. A dimensão que agora se apresenta ao olharmo-nos no espelho é aquela mesma que nos alerta que chegou a hora da higienização.

O instrumento está em nossas mãos, aguardando somente o espalhar do material propício para o ato.

Sabemos desde pequenos e continuando pequenos estamos a saber da importância de repetir esses procedimentos preventivos. Nem sempre atentamos aos horários e deixamos lacunas para trás. Responsabilizamos depois a qualidade dos nutrientes ou recorremos a especialistas para entendermos os motivos de tão súbita devastação que em nós aflora.

Então, evitamos olhar o espelho novamente e miramos aquele tubo. Nele está contido o que fluoresce e repara. Ao pegar o tubo sabemos que instrumento e substância coordenarão movimentos para nosso bem estar matricial.

Com movimentos rápidos e precisos agilmente nos dispomos a utilizar o que o tubo nos oferece. E assim, instrumento e pessoa tornam-se uma conjunção.

Curvamos a cabeça e com o auxílio da mãe-água expelimos aqueles líquidos e pastas não-úteis, deixando-os escorrerem pelo ralo.

Ao inclinarmos novamente nosso olhar para nós mesmos, agora despertos e prontos, refletimos a imagem límpida e refrescada que nos incita aquele provedor pensamento:

Com a ascenção da tecnologia evidencia-se a nossa descendência humana.

Carreamos os genes em pares e carregamos em gênios os díspares.

Sorrimos e lembramos de como nossos dentes se assemelham aos nossos primatas parentes.

E nossos olhares assimilam os irmãos estelares.


Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

22/Mar/2011

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Segue o Seco

Pegada a pegada vamos seguindo os sinais marcados nos campos, no trigo e nas trilhões de trilhas de gravações registradas. Chegamos a um momento em que as pegadas pararam de se anunciar… olhamos mais à frente e há um vazio de marcas. Então, voltamos nosso tempo a tentar entender as marcas já feitas, dissecando-as, usando isótopos e tomografando-as.

Nesse silêncio cinzento o jazz toca e, com o saxofone alto conduzindo notas dissonantes, tomamos um surto. Sentimos que as cisões não existem quando os saltos nos levam aos montes. Entre dois pontos não há uma reta. Nem uma curva. Há um pulo. Os ventos solares estão nos fazendo pulular. Os pólos magnéticos nos assaltam a direção. Nossos animais ficam no labirinto dos oceanos e ares. Nossas plantas clorofilam o alaranjado poente.

Nessa mudez miúda estamos aprendendo outra convivência, menos conivente. E, como canivete, abrimos pequenas frestas na densa luz para que nosso ébano olhar seja molhado, banhado nos novos Sóis que apenas nos esperam.

Partamos então, peregrinos ! Partilhamos da mesma unha. Encarnamos na mesma crosta.

Paremos de olhar para baixo, a buscar pés e pegadas… olhemos agora para frente.  Ali logo ao fim do arco-íris há um lote…um montão de lotes… dourando-se na curvatura daquele momentum que nem na ampulheta, nem no relógio de césio conseguimos apalpar e congelar.

No instante em que tudo descongela, só nos resta, talvez até nos impondo, o pulo !

Ah ! pulga sábia. Nos conte em que trampolim treinou seus movimentos precisos e potentes !

Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

09/Mar/2011

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Expectativas

Até quando ficaremos nessa expectativa de que algo vai acontecer?

Essas vigílias, esses olhares. Aqueles vigias, aqueles lugares.

Até quando estaremos em contato por sinais, dedurando o mouse em imagens e sons ?

O aumento da expectativa é resultado direto da consciência de que somos pequenos diante da vastidão de estrelas e isso está acontecendo desde que o Hubble , mestre dos fotógrafos, tem nos ensinado tanto com sua aventura expansiva e imagética nas esferas além da Via Láctea.

Quanto menores nos sentimos, mais nos aproximamos de amigos, de semelhantes, para compartilhar nossa finitude e crível pequenez.

Assim, esse passo gigantesco de humildade poderá atrair de fato aqueles seres , povos, sistemas infinitamente maiores para nosso convívio.

Enquanto a Terra for vista como modo de produção e as pessoas como funcionalidades, os sinais continuarão tridimensionais em seu máximo. Mas, quando a Terra é vista como uma imensidão azul, de seres semeados pelo estelar governo, criadores mais que criaturas, então, estaremos aptos a receber mais sinais e códigos interdimensionais.

Muitos já estão nessa nova ética, nessa exopolítica, do centro de si para o desdobramento de lá.  Encontrar com seu duplo virtual , sair da matrix, humanizar seu avatar corpóreo, exorcizar o paradigma do bem e do mal, convivendo com a afirmação da vida diante do apodrecer de frutos, esse sim, parece ser um quando palpável. Um espaço, um plano.

…o pano de fundo esmaece e logo, login e senha conectam.

Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

22/Fev/2011

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Estado de Consciência

Dizem que algo está para ocorrer no eixo da Terra, que algo está acontecendo nos pólos magnéticos e que 2012 trará algo.
Hoje é muito fácil acessar velozmente publicações na internet mas sua veracidade nem sempre é concomitante.
Há uma desconfiança geral sobre o que é virtual e o que é real no nosso cotidiano.
Acostumamo-nos com os photoshop de virtuais belas modelos nas revistas, brilham as faces de artistas na TV wide screen e full HD .
A evolução da maquiagem e da montagem supera muitas das tecnologias visuais recentes.
E assim, encontramo-nos nesse estado de torpor, de anestesia desconfiada sobre outros brilhos, outras luzes.
Esse ano , há uma antena sintonizando o despertar de milhares, talvez milhões de pessoas para o que está abaixo da maquiagem e o que está além dos holofotes.  Há um condutor…
E simplesmente o fio condutor desse meio são os quanta… as elementares essências ligantes das consciências.
Acordamos para perceber :  o que une a matéria não é a energia, e o que alimenta a energia não é a matéria.
Há um espaço entre os dois.
Um espaço ligante. Esse, é o lugar da consciência.
Dependendo dos arranjos que a consciência faz, uma matéria se constituirá.
Uma energia se produzirá.
Alterando essa mesma consciência, novos materiais e energias são gerados.
Ora, o mesmo pode estar ocorrendo entre o virtual e o real.
Há um espaço entre os dois.
Conforme adentramos nesse espaço, horizontes se abrem e jornadas se confirmam.
A maquiagem, assim como a crosta terrestre é necessária na superfície mas não devemos nos esquecer da profundidade da Terra e da imensidão do Espaço Sideral.
Se as imagens que nos implodem e nos chegam cada vez mais virtualizadas, parecem absurdas ou montagens, isso não impota.
No sentido do que liga a matéria à energia, a onda à partícula, o que importa é o estado de consciência que reverbera.
Assim, tentemos olhar menos as imagens e perceber mais as consciências ligantes.
Afinal, quando olhamos uma paisagem linda como uma praia deserta e sua vegetação , não ficamos fixados no visual do lugar, mas essencialmente à sensação que ele nos traz.  Como um levitar.
Quando estivermos perto de uma experiência interdimensional, essa sensação de suspensão, de levitar, semelhante ao que experenciamos na natureza , será o marcador de que a consciência ali supera o real e o virtual.

Lê Parolelis - colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

02/Fev/2011

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Sincronização

Quando a mente passa a vibrar em uma frequência de maior intensidade de sinais, zonas antes não percebidas passam a ser ativadas e com isso, novas conexões se estabelecem. Assim é no cérebro físico como também é no cérebro social. A rede de neurônios não é muito diferente das nossas redes sociais, que também são reflexos de redes interdimensionais.

As comunicações com povos de outras galáxias e sistemas só podem ocorrer se essa conexão se efetivar no cérebro social planetário, ativando maior troca entre os hemisférios esquerdo e direito, ocidente e oriente, há uma maior probabilidade de que centros pequenos, mas potentes, se manifestem.

A torre de Babel nos distrai e deve ser destruída novamente. O esperanto não é promessa. A fala universal não está em uma zona de linguagem afásica. Toda efetiva captação passa por regiões cada vez mais finas e corticais, e mais por imagens que por palavras, mais por vibrações que por partículas.

Observando o fenômeno do sal em uma mesa vibrante (Harmonics – Salt on a vibrating table) que pode ser achado no Youtube em  http://www.youtube.com/watch?v=sOMiowrff0Y , podemos criar mais uma hipótese de que talvez os Crop Circle sejam feitos de placas vibrantes que imprimem os desenhos nos campos.

E quantos outros ultrassonicos sinais nos perpassam nesse exato instante, formando harmônicas em nossos sais e bases no corpo? Quando um grupo grande de células age em conjunto, gera esse harmônico sinal.

Seriam os tais campos morfogenéticos de Shaldrake?  Talvez estejamos esbarrando no corpo caloso e caloroso da coletividade acordando para seu poder de sincronização em massa.

Lê Parolelis – colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

21/Jan/2011

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Percepção Refinada

Talvez seja oportuno nos acostumarmos a observar o caleidoscópio.
Entender que a mudança das formas com os mesmos elementos, procede de um movimento e de uma percepção.

Talvez algumas das naves documentadas e avistadas não venham de uma distância longínqua. Mas estão aqui conosco, sempre estiveram, em mundos paralelos que, ao mudar o giro, se agrupam com nossas formas e, quem tem a percepção caleidoscópica , vê a manifestação combinante.

Muita energia e dinheiro são gastos explorando distâncias e buscando o tempo inicial, o instante do Big-bang.
O mesmo investimento poderia ser feito para que daqui, de nossa vã percepção, pudessemos explorar tempos e espaços concomitantes. Uma nova gama de mundos deixariam de ser paralelos e convergiriam para um foco de percepção, em espectro social, dessa realidade que desponta, como cravo e espinha, prestes a ser expelida.

Habituar-se a perceber a coexistência é um exercício de humildade, ciência e sabedoria. Sem se espantar, mas acolhendo, convidando sua própria percepção a aceitar, se abrir e convidar a convergência em si, no centro de sua consciência flamejante.

Assim, poderemos superar a visão estelar das cinco pontas, do pentagrama, da pirâmide e transitar melhor nos hexagramas e nos vórtices arredondados dos dodecaedros.

A passagem da percepção piramidal, em termos cerebrais, nos leva ao caloso corpo integrativo, regulado pela pineal.

Por que é mais fácil muitas pessoas perceberem e aceitarem fadas e gnomos e salamandras, que também estão nesse espectro ampliado da percepção, do que em mundos coexistentes e naves elementais ?

Talvez porque a mitologia das ondinas , duendes e silfos nos remeta à mãe natureza e a mitologia estelar nos leve ao pai celestial.

De qualquer forma, a ciência e a arte ainda são nossas melhores ferramentas para nos deslocarmos do umbigo para a testa.

Lê Parolelis – colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

07/Jan/2011

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Implantes Extraterrestres

Ao fazer uma pesquisa na internet com as palavras IMPLANTES EXTRATERRESTRES, me deparei com mais de 54.000 resultados de busca.  Ora, se há tantas postagens sobre o assunto, o que está acontecendo com as pessoas para que direcionem seus esforços e consciência nesse campo ?

Afinal, o que é um implante?  Bem, quem usa um computador e já teve a oportunidade de se questionar sobre como ele é feito, seus componenentes e estruturas. Quem já abriu um PC ou mesmo observou atentamente peças soltas como uma placa-mãe ou os diversos chips nessas máquinas; percebeu que há algo íncrível na tecnologia humana. A capacidade de miniaturizar  circuitos com pequenos materiais com o intuito de ampliar conexões não-materiais.

Acompanhando a evolução dos computadores e os circuitos integrados, notadamente fica claro que há uma busca cada vez maior por performance, armazenamento de dados e plasticidade de informações para usos diversos e integrados.

Diversos estudos sobre redes e comportamentos dinâmicos de materiais estão em andamento, assim como as redes sociais, tudo indica que as redes materiais também se atualizam e interagem.

Desse ponto de vista, podemos começar a entender o que são implantes extraterrestres.

Como toda obra humana tem traços de seu criador, todo criador se mistura na sua obra. Assim, não é o corpo que se assemelha à uma máquina mas justamente a máquina reflete traços do corpo. As estradas e vias de trânsito se assemelham às nossas veias e artérias , os brônquios se assemelham às copas de árvores em uma floresta. Esse grande holograma do micro e macro, do humano e não-humano, nos remete à hipótese de que não estamos sozinhos no jogo da Inteligência.

Há uma Inteligência integrativa, ciente, que permeia as ligações entre matéria e espírito, onda e partícula, tempo e espaço, bem e mal, vida e morte. Essa inteligência pode ser mítica ou dévica ou mesmo, divina para alguns. Como também é chamada de mistério por outros. É muitas vezes buscada e dissecada por mais alguns.

Mas afinal, o que isso tem a ver com os tais implantes extraterrestres?

Tentemos não julgar e fazer a seguinte hipótese:

Talvez sejamos uma obra de outras inteligências…. uma obra em eterno aprimoramento ético, espiritual e material. Assim como fazemos um upgrade em softwares e hardwares de nossos computadores, há indícios que a humanidade também é reprogramada. Não somente no campo mental (software) mas em suas básicas físicas (hardware).  Os implantes podem ser aceleradores desse processo ou medidores, diagnosticadores de nossos sistemas. Quem os coloca? Por que os introduzem?   Da mesma forma que controlamos processos industriais e procedimentos de otimização de resultados de crescimento agroindustrial, talvez existam seres que estejam observando nossa produtividade, e o crescimento populacional planetário, e monitorando esse crescimento, buscam selecionar unidades ou grupamentos de acordo com a demanda de interesses evolutivos do mercado galáctico.

Até que ponto somos peixes em um aquário e até que ponto somos salmões nadando e contando as correntezas em busca de um lugar propício para a fertilização ? O tal do livre-arbítrio é como a democracia ? Funciona até certo ponto? Ou o livre-arbítrio é a plena democracia interior? As hierarquias são realmente fixas ou existe mobilidade ?   Todas essas perguntas aparentemente divergentes do tema aqui abordado sobre implantes são pequenas marcas, rastros para meditarmos…para nos colocarmos como cobaias. Se somos experimentos, também somos experientes ?  Ser monitorado , induzido ou abduzido viola quais princípios ? Os nossos ou os coletivos?    Se nós monitoramos praticamente tudo hoje. Desde a água que consumimos até os grãos que plantamos… porque não considerar que somos monitorados desde o nascimento?

Quer seja por números,  gráficos ou mesmo  hologramas mentais?  Conviver com o monitoramento é uma das chaves para a nova era que se inicia… pois ao mesmo tempo que o monitorar controla, ele aumenta a observância. Quem aprende a ler os dados, transforma-os em informações e, ao fazer isso, aumenta o campo de planejamento de ações. Não é assim no gerenciamento de processos e pessoas nas empresas e corporações?

Ora, isso também pode ocorrer no campo da consciência do divino. Quanto mais consciente mais monitorado e mais capacidade de monitorar se estabelece.

Talvez o sentido da evolução seja a ampliação da consciência mas quando ela se amplia, ela aumenta o raio e a responsabilidade de ação . E isso não é uma forma de monitorar?

Se os implantes são aceleradores dessa monitoração evolutiva, que venham e ativem zonas cerebrais que estão adormecidas ! Mas , se são bloqueadores da ampliação da consciência do divino em nós… devem ser desplugados.   Resta sabermos quem são os cirurgiões que os colocam. São médicos do espaço ajudando-nos em nossas debilidades ou fazendeiros siderais marcando seu gado e propriedade ?

Meditemos… todo upload pode ser downlodeado por terceiros ?

Fica aí a rogação !

Lê Parolelis – Colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

28/Dez/2010

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Boas Práticas

Considerando o excesso de informações que recebemos todos os dias e os conflitos provocados por falanges que não querem que o óbvio seja declarado e a abertura para novas dimensões se estabeleça, sugerimos algumas atitudes simples a serem exercitadas nesses momentos iminentes de revolução exopolítica.

5 Atitudes determinantes para a diplomacia galáctica:

1- Aceitação da diversidade de culturas extraestelares. A consciência emocional de que somos uma pequena parte da inteligência no universo é fundamental para a livre convivência.

2-  Intuição em pleno desenvolvimento. Quanto mais exercitar seu pensamento intuitivo, melhor será a comunicação e recepção de sinais.

3- Colaboração com um grupo maior. Mesmo nas situações de desafio, contar com um grupamento de apoio é condição que fortalece a resistência.

4- Objetividade de propósito. Ao se relacionar com energias de alta frequência, as interferências e pensamentos redundantes incomodam  e dificultam a abertura ao diálogo.

5- Musicalidade nas ações. Tempo é arte. Todo ato deve almejar harmonia e suavidade, com começo, meio e fim,  trazendo assim, a criatividade e leveza ao mundo.

Ao praticar essas posturas em situações do dia-a-dia, aos poucos estabelecerá em seu comportamento e padrão vibratório uma forma de ser mais afinada com a política que está por vir. Com os ideiais coletivos que muitos estão construindo para a Era quântica, todos poderão ativar dons e potenciais há séculos adormecidos.

Lê Parolelis – Colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

13/Dez/2010

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Observância

Conforme estivermos observando o que acontece ao redor, estamos criando o novo mundo.
Basicamente, a observação, consciente , está transformando o ?mundo.

Os chamados seres extraterrestres, em sua maioria, nos observam.
É no observar que servimos ao propósito. Seivamos e somos vitais ao perceber que criar é servir.
Para servir, o principal é observar.

Tanto falamos de aparições, vigílias, fenômenos visíveis que esquecemos tudo isso só é visto para quem observa e não para quem busca ver.
Os crop circles são vistos, mas o que estão servindo ? Quantos de nós se colocaram a parar diante desses desenhos e só observar e sentir a reverberação dentro de si sem se importar em decifrar códigos ou entender o por quê?

Quando o Sol se coloca no horizonte, descendo ao poente, podemos observar, sem querer saber os mecanismos de sua partida.

Assim estamos nesses momentos de transição planetária.
Sendo convidados a observar com a alma os eventos externos e, ao fazer isso, nossas glândulas superiores podem se ajustar às novas frequências e assim, ampliar o espectro de percepção e de recepção de sinais.

Os implantes que eventualmente bloqueiam a percepção de muitos, passam a não funcionar quando uma frequência mental atinge um certo nível  de vibração, da mesma forma que o vermelho passa a ser laranja com a diminuição da amplitude da onda e o aumento da frequência vibratória.

Nesse sentido, as naves nos esperam e observam. Elas aguardam que um grupo grande de pessoas diminua sua amplitude energética e aumente sua frequência pulsante. Essa massa crítica está fermentando e com o testemunho desses observadores galácticos poderemos ativar zonas cerebrais e centros astrais , antes adormecidos.

Em fevereiro de 2011 muitos lapsos e colapsos estarão sugerindo essa ativação, esse despertar de massas.
Então, treinemos as observações de detalhes, de sutilezas que nos acontecem ao redor. Mesmo que pareçam banais, considerem. Mesmo que aparentem simples, acalentem.

Para avistar , grande esforço é necessário para que a mente não interprete, só registre.  Identificar é não ceder, não cindir.
O idêntico precisa ser autenticado.

Só assim o autêntico se identifica.

Lê Parolelis – Colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

04/Dez/2010


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Sete Bilhões

Sete Bilhões de genes
Sete Bilhões de pessoas
O genúmero esta envolvendo este mundo
este medo da soma
esta soma de medos
Desenvolvendo o dez, espero
Pessoas em Bilhões de sete
Genes em Bilhões de pessoas
mas amanhã, devo acordar às sete.

Sete Bilhões de seres

Sete Bilhões de pés soam
e sonham…

E a tumba retumbou.
Os Faraós reencontrados.
Os espelhos partidos,
tocados agora pelas harpas e hárpias silvestres.

Grandes holofotes internos em movimento,
ajustando síntons, tonificando espessuras de focos.
Interliga-se os duplos etéricos.

Em breve, nos reconheceremos pela vibração mental que emitimos.
Uma nova ética se instala silenciosamente em nossos corações.
A ética da hierarquia dos dons da maestria e métrica vibracional.

O que vemos acontecer no mundo todo em relação às
aparições de objetos voadores, sinais nos campos de
trigo ou mesmo em mensagens para grupos de pessoas,
nos indicam que já emergiram as grandes espumas de
uma onda que está prestes a descer e quebrar em nossas praias.

Os surfistas do Zuvuya estão preparados para
dropar. Nós somos convidados a fazer o
Body-boarding nesse momento.

Se mesmo não crendo em discos ou aliens você
continua sentindo que há algo de estranho no reino da
Dinamarca, tenha a clareza de que está no rumo correto.

A Rosa-dos-Ventos não aponta, nos assopra,
impulsionando-nos, nos alopra, desorientando-nos.

Não importa o que são essas aparições, esses
fenômenos. Eles estão aí, no imaginário social, nos
desejos ocultos de muitos, nas projeções paranóides de
mais outros.

Afinal, o que são todos esses símbolos, números,
medidas áureas, fractais, luzes e sons que estão nos
bombardeando, pulsando cada vez mais rápido em
nossas cabeças, centros energéticos e em grandes
instituições que nos representam ?

Que febre é essa, insone, lamentosa e balbuciante que
nos abre a garganta, rasga o pulmão e amassa as
costas?
Para onde foram as forças de nossas corajosas pernas?
Quando as mãos pararão de contar dinheiro e
acariciarão o voo acordado?

Por quê esses Ets não aparecem e esclarecem suas
intenções de uma vez?

A Exopolítica, trata-se disso, da diplomacia que será
necessária para interpretar e traduzir esse volume de
informações para os povos e massas.

Quem são os intérpretes, os Chanceleres dessa
negociação?

Assim como na nossa Terrena política as intenções
partidárias são veladas e os pactos e acordos são
tratados em mesas de negociação e tomadas de
decisão, no cenário galáctico também encontramos
Conselhos, Agendas e rodadas temáticas, visando
acordos, melhorias ou alertando situações amplas, para
além de nossos limites do olho nu e heptacolorido.

Teorias não abarcam mais o que verdadeiramente está ocorrendo.
Também as fotos e imagens não convencerão a mente coletiva.

Mas o pulsar, o estremecimento de consciências,
a perda de referênciais e as sensações físicas que
se manifestam e que cada vez mais se apresentarão aos
nossos corpos e darão por si só, os testemunhos de que
algo maduro irrompe dentro de cada pessoa e fora de cada país.

O potente adormecido abriu um olho, seu cerébro está
em efeito estufa e seu líquido corporal em efervescência.
Novas redes neuronais e centros parassimpáticos se
alternam e alteram padrões genômicos e, aos poucos,
como em um feixe de laser, estaremos em espaços simultâneos,
reconhecendo filamentos aqui e refrações ali.

Grupos se reunem, famílias se dissolvem, e sua
essência se mostra, unificada, querendo compartilhar,
curtir e linkar com outras essenciais famílias e agrupamentos estelares.

Como se estívéssemos em um aeroporto, entrando nos
aviões, nos ajustando aos seat-belts , aguardando o
piloto e as aeromoças começarem seu show serviçal,
assim nos encontramos nesse agora.

Lê Parolelis – Colaborador de Exopolitics Brazil

parolelis@gmail.com

25/Nov/2010


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